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December 02, 2006

A permanência na escola

Está a alimentar-se no nosso país a ideia perniciosa de que a permanência na escola de professores e alunos é sinal de competência e melhor ensino. Esta ideia, só por si, só serve para agravar a mentalidade que se vive no nosso país de que a permanência no local de trabalho para além do período normal é sinal de competência e dedicação. Não é. Quem permanece além do seu horário normal de trabalho é incompetente, pois, não foi capaz de desempenhar a sua função no horário estipulado, ou então está a fazer-se a uma remuneração extra. Caso se trate de uma permanência por ordem da chefia, a menos que seja fruto de um imprevisto, evento ou uma situação pontual, então pode dizer-se que o responsável por tal sucedido é incompetente na gestão do grupo de trabalho.
Esta mentalidade contribui para a ideia de que o emprego é uma segunda casa ou uma sala de estar.
Na escola tal como no trabalho a permanência dos envolvidos devia ser a mais curta possível com o máximo de rendimento possível. Por isso, e no caso da escola como em outro qualquer, o desempenho deve ser avaliado em função dos resultados e não das aparências.
Em Portugal toma-se o ilusório por real, e o supérfluo por essencial.

Está a alimentar-se no nosso país a ideia perniciosa de que a permanência na escola de professores e alunos é sinal de competência e melhor ensino. Esta ideia, só por si, só serve para agravar a mentalidade que se vive no nosso país de que a permanência no local de trabalho para além do período normal é sinal de competência e dedicação. Não é. Quem permanece além do seu horário normal de trabalho é incompetente, pois, não foi capaz de desempenhar a sua função no horário estipulado, ou então está a fazer-se a uma remuneração extra. Caso se trate de uma permanência por ordem da chefia, a menos que seja fruto de um imprevisto, evento ou uma situação pontual, então pode dizer-se que o responsável por tal sucedido é incompetente na gestão do grupo de trabalho.
Esta mentalidade contribui para a ideia de que o emprego é uma segunda casa ou uma sala de estar.
Na escola tal como no trabalho a permanência dos envolvidos devia ser a mais curta possível com o máximo de rendimento possível. Por isso, e no caso da escola como em outro qualquer, o desempenho deve ser avaliado em função dos resultados e não das aparências.
Em Portugal toma-se o ilusório por real, e o supérfluo por essencial.

Publicado por João Vasco às December 2, 2006 09:26 AM

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