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December 27, 2006

A anedota de Natal

Depois de ouvir a mensagem de Natal do primeiro-ministro percebi claramente que o país segue para a falência total. Aplaude-se o sacrifício inútil dos portugueses mas não se exige o sacrifício útil: A flexibilização dos contratos de trabalho doa a quem doer e sem tretas dinamarquesas. O corte nos impostos em especial no IRC das empresas, no IVA e cortes a sério na função pública.
Em vez disso assistimos ao aumento do populismo. Aumento de salário mínimo, a ideia estúpida de Vitor Constâncio e cia de impostos mais progressivos. Todos nós sabemos no que dá o populismo demagógico e mesmo que não saibamos basta lembrar que as curas para esse populismo têm nomes como Salazar ou Pinochet. Resta saber as pessoas preferem a cura suave enquanto é tempo, ou se preferem esperar pela solução desesperada.
Até lá, como notícia o Jornal de Negócios, Portugal já serve de exemplo daquilo que não se deve fazer para os novos membros da UE que vão aderir ao Euro. É triste mas é verdade.

Depois de ouvir a mensagem de Natal do primeiro-ministro percebi claramente que o país segue para a falência total. Aplaude-se o sacrifício inútil dos portugueses mas não se exige o sacrifício útil: A flexibilização dos contratos de trabalho doa a quem doer e sem tretas dinamarquesas. O corte nos impostos em especial no IRC das empresas, no IVA e cortes a sério na função pública.
Em vez disso assistimos ao aumento do populismo. Aumento de salário mínimo, a ideia estúpida de Vitor Constâncio e cia de impostos mais progressivos. Todos nós sabemos no que dá o populismo demagógico e mesmo que não saibamos basta lembrar que as curas para esse populismo têm nomes como Salazar ou Pinochet. Resta saber as pessoas preferem a cura suave enquanto é tempo, ou se preferem esperar pela solução desesperada.
Até lá, como notícia o Jornal de Negócios, Portugal já serve de exemplo daquilo que não se deve fazer para os novos membros da UE que vão aderir ao Euro. É triste mas é verdade.

Publicado por João Vasco às 12:01 PM | Comentários (2)

December 07, 2006

Lucro honesto e desonesto

Ao se condenar o lucro aberto e honesto não se está a promover uma sociedade em que se busca o lucro escondido e desonesto? Não se estará a criar uma cultura aonde “ninguém enriquece a trabalhar”?

Ao se condenar o lucro aberto e honesto não se está a promover uma sociedade em que se busca o lucro escondido e desonesto? Não se estará a criar uma cultura aonde “ninguém enriquece a trabalhar”?

Publicado por João Vasco às 08:01 PM | Comentários (0)

December 05, 2006

Aquecimento da histeria global

Não sei se alguém já reparou nos artigos de revista sobre aquecimento global. Começam com manchetes que dão como certo o evento, porém ao ler-se o conteúdo chega-se à conclusão de que não só não é possível relacionar o aumento de temperaturas durante o século vinte com as emissões de CO2 e outros gases como ainda por cima não se tem bem a certeza das causas.
Mesmo que realmente esteja a haver um aquecimento global provocado pelo homem tenho dificuldade em entender qual o problema. O clima já foi globalmente mais quente durante a idade média. O calor e a humidade são fecundos à vida. Além disso um aumento de CO2 na atmosfera é benéfico para as plantas.
Existem também outros factos, a maior parte do CO2 que existia inicialmente na atmosfera não foi fixado pelas plantas mas pelas rochas carbonatadas. As plantas terão sido responsáveis talvez pela fixação de uns 10% do total e que compõe hoje os chamados combustíveis fósseis.
O outro facto é que, como defendia um professor da FCUL, a próxima era glaciar já vem atrasada e um certo aquecimento global até pode ajudar a minimizar o gelo que aí vem.
Existe no entanto quem lucre com esta histeria, além dos cientistas que vêem mais verbas atribuídas ao estudo destes fenómenos, o nosso querido governo que assim vê legitimada os avultados impostos sobre os combustíveis. É um negócio da china já que a elasticidade da procura em relação aos preços é bastante baixa, ou seja a procura varia pouco com o aumento de preços.

Não sei se alguém já reparou nos artigos de revista sobre aquecimento global. Começam com manchetes que dão como certo o evento, porém ao ler-se o conteúdo chega-se à conclusão de que não só não é possível relacionar o aumento de temperaturas durante o século vinte com as emissões de CO2 e outros gases como ainda por cima não se tem bem a certeza das causas.
Mesmo que realmente esteja a haver um aquecimento global provocado pelo homem tenho dificuldade em entender qual o problema. O clima já foi globalmente mais quente durante a idade média. O calor e a humidade são fecundos à vida. Além disso um aumento de CO2 na atmosfera é benéfico para as plantas.
Existem também outros factos, a maior parte do CO2 que existia inicialmente na atmosfera não foi fixado pelas plantas mas pelas rochas carbonatadas. As plantas terão sido responsáveis talvez pela fixação de uns 10% do total e que compõe hoje os chamados combustíveis fósseis.
O outro facto é que, como defendia um professor da FCUL, a próxima era glaciar já vem atrasada e um certo aquecimento global até pode ajudar a minimizar o gelo que aí vem.
Existe no entanto quem lucre com esta histeria, além dos cientistas que vêem mais verbas atribuídas ao estudo destes fenómenos, o nosso querido governo que assim vê legitimada os avultados impostos sobre os combustíveis. É um negócio da china já que a elasticidade da procura em relação aos preços é bastante baixa, ou seja a procura varia pouco com o aumento de preços.

Publicado por João Vasco às 07:00 PM | Comentários (0)

December 04, 2006

A relativização da vida: não ao aborto!

Um dos argumentos daqueles que criticam a penalização do aborto baseia-se na relativização da vida. Confesso que não entendo lógica por detrás deste argumento este argumento. Aideia de que o novo ser não está formado ou não sente nada é absurda enquanto critério de despenalização do aborto.
Não tenho qualquer memória de quando era bebé e se alguém me matasse eu provavelmente não daria por isso. Então por quê não legitimar o direito a matar um filho até digamos, 1 ano de idade? Ou mais.
Se alguém me matasse a dormir eu não daria por nada. A minha vida é inútil numa perspectiva material, e se pensarmos bem daqui a uns milhões de anos ninguém se lembra de nós, nem mesmo das grandes figuras históricas, imagino eu, nenhuma vida tem valor por esta lógica.
É claro nem quero falar nos idosos ou nos doentes terminais, nas pessoas que ficam em coma vinte anos, é verdade que para estes há “esperança” de uma vida normal, mas se os matassem no período de coma eles não dariam por nada nem sentiriam falta de nada.
Eu só encontro significado para a vida pensando que toda ela é sagrada e que me devo esforçar mais e mais nesse sentido.
Muitas confissões religiosas relativizam a vida, mas é a vida do próprio que é relativizada, não a de outros (não me refiro ao Islão extremista). É um desprendimento pessoal com vista a destacar o espírito e a vida espiritual. Mesmo assim a vida do próprio continua a ser sagrada.
Eu não consigo nem quero relativizar a vida do embrião humano. É a vida de outra pessoa. Matá-lo é uma forma de homicídio.

Um dos argumentos daqueles que criticam a penalização do aborto baseia-se na relativização da vida. Confesso que não entendo lógica por detrás deste argumento este argumento. Aideia de que o novo ser não está formado ou não sente nada é absurda enquanto critério de despenalização do aborto.
Não tenho qualquer memória de quando era bebé e se alguém me matasse eu provavelmente não daria por isso. Então por quê não legitimar o direito a matar um filho até digamos, 1 ano de idade? Ou mais.
Se alguém me matasse a dormir eu não daria por nada. A minha vida é inútil numa perspectiva material, e se pensarmos bem daqui a uns milhões de anos ninguém se lembra de nós, nem mesmo das grandes figuras históricas, imagino eu, nenhuma vida tem valor por esta lógica.
É claro nem quero falar nos idosos ou nos doentes terminais, nas pessoas que ficam em coma vinte anos, é verdade que para estes há “esperança” de uma vida normal, mas se os matassem no período de coma eles não dariam por nada nem sentiriam falta de nada.
Eu só encontro significado para a vida pensando que toda ela é sagrada e que me devo esforçar mais e mais nesse sentido.
Muitas confissões religiosas relativizam a vida, mas é a vida do próprio que é relativizada, não a de outros (não me refiro ao Islão extremista). É um desprendimento pessoal com vista a destacar o espírito e a vida espiritual. Mesmo assim a vida do próprio continua a ser sagrada.
Eu não consigo nem quero relativizar a vida do embrião humano. É a vida de outra pessoa. Matá-lo é uma forma de homicídio.

Publicado por João Vasco às 08:21 PM | Comentários (0)

A “reforma” da Função Pública

Foi-nos dito que existem funcionários a mais na área da educação e saúde. Agora sabemos que os docentes a mais poderão executar funções técnicas abaixo das suas habilitações e que o pessoal excedentário dos serviços de saúde poderá migrar para outros serviços. Sabemos agora, que não existirá mais gente “aqui” porque serão mudados para “ali”, sabemos também que as pessoas a mais “ali” deixarão de estar a mais no futuro pois serão mudados para outro lado qualquer, eventualmente para “aqui” outra vez.

Foi-nos dito que existem funcionários a mais na área da educação e saúde. Agora sabemos que os docentes a mais poderão executar funções técnicas abaixo das suas habilitações e que o pessoal excedentário dos serviços de saúde poderá migrar para outros serviços. Sabemos agora, que não existirá mais gente “aqui” porque serão mudados para “ali”, sabemos também que as pessoas a mais “ali” deixarão de estar a mais no futuro pois serão mudados para outro lado qualquer, eventualmente para “aqui” outra vez.

Publicado por João Vasco às 08:10 PM | Comentários (0)

December 03, 2006

Educação Espartana

Encontrei na Wikipedia esta citação de Xenofontes sobre um caso envolvendo os espartanos:

"An elderly man was trying to find a place to sit and observe the Olympic Games, as he went to each section. All the others Greeks laughed as he tried to make his way through. Some ignored him. Upon entering the Spartan section all the Spartans stood and offered the elderly man their seats. Suddenly the entire stadium applauded. All the Greeks knew what was the right thing to do, but the Spartans were the only ones who did it."

“Um homem idoso estava a tentar encontrar um lugar para se sentar e observar os Jogos Olímpicos, à medida em que ia a cada ala. Todos os outros gregos riam enquanto ele tentava passar. Alguns ignoravam-no. Depois de entrar na ala espartana todos os espartanos ficaram de pé e ofereceram ao idoso os seus assentos. De repente o estádio inteiro aplaudiu. Todos os gregos sabiam que aquela era a coisa certa a fazer, mas os espartanos foram os únicos que a fizeram”.

Encontrei na Wikipedia esta citação de Xenofontes sobre um caso envolvendo os espartanos:

"An elderly man was trying to find a place to sit and observe the Olympic Games, as he went to each section. All the others Greeks laughed as he tried to make his way through. Some ignored him. Upon entering the Spartan section all the Spartans stood and offered the elderly man their seats. Suddenly the entire stadium applauded. All the Greeks knew what was the right thing to do, but the Spartans were the only ones who did it."

“Um homem idoso estava a tentar encontrar um lugar para se sentar e observar os Jogos Olímpicos, à medida em que ia a cada ala. Todos os outros gregos riam enquanto ele tentava passar. Alguns ignoravam-no. Depois de entrar na ala espartana todos os espartanos ficaram de pé e ofereceram ao idoso os seus assentos. De repente o estádio inteiro aplaudiu. Todos os gregos sabiam que aquela era a coisa certa a fazer, mas os espartanos foram os únicos que a fizeram”.

Publicado por João Vasco às 02:49 PM | Comentários (0)

December 02, 2006

O perigo das ajudas e subsídios: caso da Califórnia

Ainda para mostrar outro dos lados perversos da questão das ajudas e subsídios aqui vai um exemplo que muitos conhecem. O Estado da Califórnia tem sido um dos estados dos EUA que mais apoio financeiros dá aos professores e escolas. Pode dizer-se que por muitos anos essa foi uma prioridade orçamental. “Estranhamente” quando Arnold Schwarzenegger foi eleito Governador a Califórnia era um dos Estados, e penso que ainda é, com mais problemas ao nível de ensino nos EUA. “Estranhamente” também tinha, e tem, graves problemas a nível do orçamental, orçamento esse cujo saldo é deficitário. Arnold Schwarzenegger elaborou medidas que pretendiam resolver os dois problemas e outros. Eram medidas correctas as que iam ser referendadas, no entanto, surgiram dois contratempos, um deles foi que o Governador tomou posições contra a imigração o que incomodou os latinos, uma minoria crescente e uma das minorias cuja oscilação em eleições pode influenciar bastante os resultados. Outro ponto é que muitas das medidas, quer de combate ao défice orçamental, quer de combate ao problema da educação, incomodavam professores e sindicatos de professores. Ora os sindicatos, “engordados” durante anos, utilizaram uma verba de perto de 68 milhões de dólares, se não estou em erro, numa campanha contra as medidas do governador que iam ser referendadas. Com a situação depauperada dos cofres do Estado da Califórnia havia pouco que pudesse ser feito para combater os sindicatos. As medidas não passaram no referendo e Arnold Schwarzenegger vê-se, hoje, obrigado a dar graxa aos sindicatos, professores e latinos para recuperar a aprovação pública num Estado tradicionalmente Democrata.
Os EUA são muitas vezes apresentados como um país sem preocupações sociais, mas infelizmente são um dos países aonde se encontram exemplos do mal que a perversão dessas preocupações sociais pode criar. Muitos Estados controlados pelos Democratas são ninhos de pobreza e fraco crescimento económico aonde abundam as medidas sociais. É triste mas é verdade.

Ainda para mostrar outro dos lados perversos da questão das ajudas e subsídios aqui vai um exemplo que muitos conhecem. O Estado da Califórnia tem sido um dos estados dos EUA que mais apoio financeiros dá aos professores e escolas. Pode dizer-se que por muitos anos essa foi uma prioridade orçamental. “Estranhamente” quando Arnold Schwarzenegger foi eleito Governador a Califórnia era um dos Estados, e penso que ainda é, com mais problemas ao nível de ensino nos EUA. “Estranhamente” também tinha, e tem, graves problemas a nível do orçamental, orçamento esse cujo saldo é deficitário. Arnold Schwarzenegger elaborou medidas que pretendiam resolver os dois problemas e outros. Eram medidas correctas as que iam ser referendadas, no entanto, surgiram dois contratempos, um deles foi que o Governador tomou posições contra a imigração o que incomodou os latinos, uma minoria crescente e uma das minorias cuja oscilação em eleições pode influenciar bastante os resultados. Outro ponto é que muitas das medidas, quer de combate ao défice orçamental, quer de combate ao problema da educação, incomodavam professores e sindicatos de professores. Ora os sindicatos, “engordados” durante anos, utilizaram uma verba de perto de 68 milhões de dólares, se não estou em erro, numa campanha contra as medidas do governador que iam ser referendadas. Com a situação depauperada dos cofres do Estado da Califórnia havia pouco que pudesse ser feito para combater os sindicatos. As medidas não passaram no referendo e Arnold Schwarzenegger vê-se, hoje, obrigado a dar graxa aos sindicatos, professores e latinos para recuperar a aprovação pública num Estado tradicionalmente Democrata.
Os EUA são muitas vezes apresentados como um país sem preocupações sociais, mas infelizmente são um dos países aonde se encontram exemplos do mal que a perversão dessas preocupações sociais pode criar. Muitos Estados controlados pelos Democratas são ninhos de pobreza e fraco crescimento económico aonde abundam as medidas sociais. É triste mas é verdade.

Publicado por João Vasco às 09:04 PM | Comentários (1)

A permanência na escola

Está a alimentar-se no nosso país a ideia perniciosa de que a permanência na escola de professores e alunos é sinal de competência e melhor ensino. Esta ideia, só por si, só serve para agravar a mentalidade que se vive no nosso país de que a permanência no local de trabalho para além do período normal é sinal de competência e dedicação. Não é. Quem permanece além do seu horário normal de trabalho é incompetente, pois, não foi capaz de desempenhar a sua função no horário estipulado, ou então está a fazer-se a uma remuneração extra. Caso se trate de uma permanência por ordem da chefia, a menos que seja fruto de um imprevisto, evento ou uma situação pontual, então pode dizer-se que o responsável por tal sucedido é incompetente na gestão do grupo de trabalho.
Esta mentalidade contribui para a ideia de que o emprego é uma segunda casa ou uma sala de estar.
Na escola tal como no trabalho a permanência dos envolvidos devia ser a mais curta possível com o máximo de rendimento possível. Por isso, e no caso da escola como em outro qualquer, o desempenho deve ser avaliado em função dos resultados e não das aparências.
Em Portugal toma-se o ilusório por real, e o supérfluo por essencial.

Está a alimentar-se no nosso país a ideia perniciosa de que a permanência na escola de professores e alunos é sinal de competência e melhor ensino. Esta ideia, só por si, só serve para agravar a mentalidade que se vive no nosso país de que a permanência no local de trabalho para além do período normal é sinal de competência e dedicação. Não é. Quem permanece além do seu horário normal de trabalho é incompetente, pois, não foi capaz de desempenhar a sua função no horário estipulado, ou então está a fazer-se a uma remuneração extra. Caso se trate de uma permanência por ordem da chefia, a menos que seja fruto de um imprevisto, evento ou uma situação pontual, então pode dizer-se que o responsável por tal sucedido é incompetente na gestão do grupo de trabalho.
Esta mentalidade contribui para a ideia de que o emprego é uma segunda casa ou uma sala de estar.
Na escola tal como no trabalho a permanência dos envolvidos devia ser a mais curta possível com o máximo de rendimento possível. Por isso, e no caso da escola como em outro qualquer, o desempenho deve ser avaliado em função dos resultados e não das aparências.
Em Portugal toma-se o ilusório por real, e o supérfluo por essencial.

Publicado por João Vasco às 09:26 AM | Comentários (0)

December 01, 2006

"As autoridades de saúde britânicas revelaram que uma pessoa que se encontrou com antigo espião russo Alexander Litvinenko, no dia em que este terá sido envenenado, também foi contaminada com polónio 210, uma substância altamente radioactiva."

"“Confirmamos que uma pessoa que esteve em contacto com Litvinenko apresentava quantidades significativas de polónio 210”, afirmou a porta-voz da Agência de Protecção da Saúde britânica (HPA)."

"Segundo a imprensa britânica, a pessoa em causa é Mario Scaramella, um perito em segurança italiano, com quem Litvinenko almoçou no dia 1 de Novembro, num bar de sushi em Piccadilly."

"Segundo fontes próximas de Litvinenko, um opositor declarado do Presidente russo, Scaramella entregou-lhe durante o almoço uma lista de potenciais “alvos” dos serviços secretos russos, na qual constavam os nomes dos dois. O italiano ter-lhe-á também dito que estava na posse de “informações muito interessantes” sobre a morte da jornalista russa Anna Politkovskaia, assassinada em Setembro em Moscovo."

-Público on-line

Será que o sr.Putin anda a fazer das suas?
Será que o mundo livre não se devia interrogar sobre o perigo desta nova forma de totalitarismo mafioso que a Rússia representa?
Parece que os inimigos da liberdade não deixam de ficar refinados com o tempo.

"As autoridades de saúde britânicas revelaram que uma pessoa que se encontrou com antigo espião russo Alexander Litvinenko, no dia em que este terá sido envenenado, também foi contaminada com polónio 210, uma substância altamente radioactiva."

"“Confirmamos que uma pessoa que esteve em contacto com Litvinenko apresentava quantidades significativas de polónio 210”, afirmou a porta-voz da Agência de Protecção da Saúde britânica (HPA)."

"Segundo a imprensa britânica, a pessoa em causa é Mario Scaramella, um perito em segurança italiano, com quem Litvinenko almoçou no dia 1 de Novembro, num bar de sushi em Piccadilly."

"Segundo fontes próximas de Litvinenko, um opositor declarado do Presidente russo, Scaramella entregou-lhe durante o almoço uma lista de potenciais “alvos” dos serviços secretos russos, na qual constavam os nomes dos dois. O italiano ter-lhe-á também dito que estava na posse de “informações muito interessantes” sobre a morte da jornalista russa Anna Politkovskaia, assassinada em Setembro em Moscovo."


-Público on-line

Será que o sr.Putin anda a fazer das suas?
Será que o mundo livre não se devia interrogar sobre o perigo desta nova forma de totalitarismo mafioso que a Rússia representa?
Parece que os inimigos da liberdade não deixam de ficar refinados com o tempo.

Publicado por João Vasco às 09:24 PM | Comentários (0)